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São José de Anchieta

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Na história das nações, notadamente a partir do século XVII, ilustres santos se tornaram heróis nacionais pois ajudaram a construir nações através da evangelização. Foi assim nos países da Europa, com São Patrício na Irlanda, Santa Joana d’Arc na França, São Cirilo e São Metódio na Grécia e no Leste Europeu, sem esquecer a Rússia no século IX.

No Brasil, este privilégio coube a São José de Anchieta que, ao se colocar sempre a favor dos índios, teve sua canonização atrasada por influência dos europeus que sustaram o belo trabalho dos jesuítas no Brasil e de suas colônias portuguesas. Ao extinguir a Ordem dos Jesuítas no mundo ocidental em 1773, o processo de canonização de Anchieta  foi interrompido e só retornado 300 anos após sua morte, já que sua beatificação só ocorreu em 1980. Ao comentar não existir milagres reconhecidos não podemos esquecer que   inúmeros acontecimentos relatam a influência de Deus na sua peregrinação pela colônia, tais como os ocorridos em Maricá, Magé, Vila do Espírito Santo, Rio de Janeiro e muitos outros locais. Prova está na popularidade do santo disseminada por todo o território nacional onde Anchieta empresta seu nome a 348 avenidas e ruas e a 288 escolas pelo país afora, sem esquecer a importante rodovia São Paulo-Santos e na Baixada Santista onde seu nome batiza muitos locais.

A Anchieta devemos a fundação do Colégio de Piratininga berço da cidade de São Paulo, a pacificação dos índios em tantas localidades sem as quais a colonização não frutificaria a contento, a defesa da então Vila  do Rio de Janeiro, o auxílio na expulsão dos franceses, a transferência do Colégio dos Jesuítas a pedido de Mem de Sá e o auxílio na construção do berço da atual paróquia de São Francisco Xavier do Engenho Velho. Com sua vida santa  auxiliou na colonização e na implantação da paz nos momentos mais críticos da colônia.

Na Paróquia, a primeira imagem a direita de quem entra, é dedicada ao santo.

colaboração: Ubirajara de Carvalho (MESC e Membro do Apostolado da Oração).

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