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MOISÉS E A NOSSA REBELDIA

Aqueles que criticam as atitudes e comportamento agressivo e, até mesmo, desumano de Moisés, necessitam entender que elas eram indispensáveis, face os princípios selvagens do povo daquela época. Todos eles politeístas que cultuavam os diferentes deuses dos babilônios, fenícios e egípcios, desconhecendo o significado do amor. Acima de tudo temos de entender que Moisés era um ser humano, como tal tinha medo, ira, emoções e ansiedades; mas era um homem de Deus carregando consigo vitórias e fracassos. Prezava muito a sua integridade e deixava com Deus cuidar da sua reputação. Reputação sem integridade é escândalo. .

Como bem disse o teólogo Albert Schweitzer, prêmio Nobel da Paz em 1954: Todos nós devemos nos dar conta de que somos culpados de desumanidades. Todos nós.

Aos críticos é necessário entender que a mensagem de Moisés foi trazida cerca de 3300 anos e somente a 2021 anos atrás Jesus nos entregou um novo ensinamento mais humano, atendendo a vontade de Deus que foi o amar ao próximo como a si mesmo, difícil de ser atendido pelo povo da época. Tão difícil era que, enquanto Jesus proclamava o Evangelho pela Galileia, os romanos continuavam matando inocentes, crucificando cidadãos e decapitando adversários.

Aqui, ainda exterminamos pessoas, assassinamos mulheres e abandonamos enfermos à beira da morte, apesar de sermos, aparentemente, mais instruídos e socializados que o povo daquela época.

Colaboração: Ubirajara de Carvalho (Membro do Apostolado da Oração)

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