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O NIILISMO E A FÉ

Segundo Santo Agostinho, a esperança tem duas filhas chamadas  indignação e coragem. A indignação para contradizer o que não deu certo e a coragem para remover o que está acontecendo de errado. Este momento da sociedade, impar para todos nós, mata todos os méritos daqueles que nos conduz,  pois a morte fixa a alma para sempre no estado em que se encontra.  Ela encerra o tempo de nossa prova, ou seja, a nossa oportunidade. Os que agem mal acreditam ter a vida para sempre. Parece que habitam um mundo à parte que não aquele em que habitamos. Vamos lembrar aos que cometem mal feitos, acreditando que o sofrimento de Cristo foi o suficiente para pagar todos os pecados de todos os homens, estando aqueles que nos dirigem, automaticamente, libertos do pecado qualquer que sejam os seus erros. São  todos tolos, pois ainda é necessário que cada um aplique a si os méritos do sacrifício do Redentor. Vamos combater pela  prática da fé, através da oração ou adotarmos a descrença, escolhendo o caos, já que não é mais possível acreditar nos executores de mandatos, vivendo uma crise moral e ética. Ao olharmos o nosso presente, parece que nos perdemos nos descaminhos da História. Pobre povo tão religioso e tão pecador por não ter em quem se espelhar na Terra.

Opto pela alternativa da fé fundamentada pelos ensinamentos de Cristo já que Deus tudo vê e seu julgamento é misericordioso. Além do mais, necessitamos atuar para que o dom de Deus, a fé, chegue no momento em que Ele – infinitamente justo – não mais permita ser desprezado  em seu amor, com tantas escolas fechadas, ambulatórios prontos sem funcionar, equipamentos caros encaixotados, moradias de alvenaria padrão casa de papelão, postos de saúde sem medicamentos e vacinas, falta de escolas e creches para os mais pobres, carência de luz elétrica, água e esgoto que o  ser humano requer como mínimo. São muitas carências para enfrentar e só Deus é a solução. Segundo a Bíblia, pobres sempre existiram e existirá,  mas urge diminuir a disparidade com poucos detendo muito e muitos detendo  pouco ou nada. Vamos orar e clamar.

Cito o padre norte-americano Leo John Trese com ênfase:  Quando a mão de Deus se retira, a fé morre.

Colaboração: Ubirajara de Carvalho (Membro do Apostolado da Oração).

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