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O braço protetor de São Francisco Xavier

Porto - Castelo do Queijo e Estátua de D.João VIO notório saber nem sempre se faz presente em todos os momentos porque a mente humana falha. Entretanto é importante não esquecer os acontecimentos do passado, mesmo aqueles  que ocorreram lá longe, e calçam a nossa história. Logo após a santificação do  jesuíta missionário, o rei de Portugal decidiu outorgar ao padre santo a designação de Santo do Reino de Portugal e Algarves, Brasil Colônia incluída, em reconhecimento à sua santa atividade no Extremo Oriente e o apoio na expansão e fixação do reino através da unificação da fé. A sua entrega total a Cristo serviu de exemplo para toda a formação jesuíta através dos anos haja visto que suas cartas serviam circulavam por todas as escolas de formação na Europa.

Refiro-me à santificação do jesuíta e a abundancia de milagres que ocorreu em Malaca após seu corpo chegar em terra: paralíticos andando, cegos enxergando, leprosos curados misturados ao povo, todos saudando a chegada do corpo do padre santo. E as consequências advindas.

Recordamos da mesma forma o monumento padrão dos descobrimentos em Lisboa, onde se encontra a escultura  do nobre santo ajoelhado ao lado dos mais importantes vultos responsáveis pela expansão do reino e cuja inauguração foi presidida por Juscelino quando Presidente. Diga-se, de passagem, o único santo presente dentre as personalidades retratadas em mármore.

Não podemos esquecer também o mimo entregue pelo governo português na data do 4º centenário, quando nos presentearam a estatua equestre de D. João VI, localizada na Praça XV, sustentando na mão direita um globo com a cruz de Cristo em cima e cuja réplica encontra-se no Porto (uma estátua voltada para outra) simbolizando a união Brasil/Portugal e, propositadamente, situada em frente do Forte São Francisco Xavier no Morro do Queijo, na Praça Gonçalves Zarco ( navegante e descobridor da Ilha da Madeira); esta estátua é o próprio exemplo da unificação do reino pois foi esculpida pelo angolano Salvador Carvão da Silva D’Eça Barata Feyo. Ainda mais, a estátua réplica unida ao Forte cujo nome relembra o então Santo do Reino de Portugal.

colaboração: Ubirajara de Carvalho (MESC e Membro do Apostolado da Oração).

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