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Fidelidade do cão e o homem

Fidelidade, a qualidade de ser fiel em  todos os momentos. O homem sempre tentou reescrever a sua história toda vez que enfrenta momentos de angústia, incertezas e medo. A soberba e a vaidade cria dificuldades e ele não se espelha no comportamento do próximo porque enxerga apenas defeitos. Perde a referência e se desfaz na sua comunidade.

Enquanto isso, vemos o exemplo do cão que enxerga no dono o Salvador. Não importa, seja no colo da madame ou sobre o imundo jornal fétido do morador de rua onde exerce sua afeição com a manifestação de fidelidade e apego.  É comovedor ver passar um burro sem rabo carregado de tralhas e um cãozinho aboletado sobre o carrinho, alegre e concentrado, sendo carregado pelo dono, assim como atentar para o comportamento do cão magro e faminto, como sentinela, tomando conta do infeliz avinhado deitado e desfalecido na calçada. A fidelidade impera.

Será que podemos  mencionar a mesma fidelidade do homem em relação a Deus e à Pátria?  O homem na sociedade tem muito a apreender com o cão, seja na alegria ou na tristeza, na bonança ou na penúria, na saúde ou na dor.

É imprescindível ter o coração aberto e sincera disponibilidade para seguir os mandamentos de Deus e, como somos incapazes, rogamos a Ele vinde em nosso auxílio, suplicando para sermos fieis como um cão de guarda.

Só conseguiremos transformar este país no dia em que todos tiverem solidariedade e respeito ao próximo e às coisas públicas que só o lar, a igreja e a escola ensinam.  Seremos então uma nação respeitada porque existirá o tempo em que construiremos mais escolas que presídios.

Deus há de atender os nossos clamores.

Colaboração: Ubirajara de Carvalho (Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão e Membro do Apostolado da Oração).

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