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A HORA É ESSA…

Nunca estivemos tão perto da preservação de nossa história.  Uma nação é formada do povo que ele contém e todos devem ser dignos da terra em que nasceram, valorizando o seu chão, sua crença, sua língua, seus costumes, suas tradições e outras tantas coisas que juntas formam uma nacionalidade.

Nosso território, em razão de sua extensão e de seu atraso no passado, deu margem a que inúmeros guetos heroicos (fruto de laborioso trabalho de imigrantes de diferentes origens), criassem áreas de prosperidade que, embora carentes do convívio entre regiões, quer pela falta de estradas, ferrovias, rede nacional de rádio e TV que só existiriam a partir da década de cinquenta, deu margem a criação de inúmeros Brasis.  Isto gerou ilhas de prosperidade, surpreendendo aqueles poucos que, por ofício, viajavam pelo vasto território ainda em atraso, imaginando estarem em outros países, não somente pelo desenvolvimento como também pelo retardamento encontrado em diferentes territórios. Esta desigualdade foi se acentuando e hoje se tornou mais evidente com poucos detendo muito e muitos detendo pouco, gerando, nos menos favorecidos, condição discricionária da falta de fé e que se aproveitam os espertos, ferindo a misericórdia de Deus.

Nos dias de hoje, urge atender ao apelo do Papa Francisco e exercitarmos o ecumenismo, convocando todos para uma corrente permanente de oração a Deus pelo nosso Brasil. Aliás, necessitamos corrigir o expressado por André Malraux, escritor francês (†1976) que disse: “Ainda não sabemos ressuscitar corpos, mas podemos ressuscitar sonhos”.

Para o que digo eu: “Não podemos ressuscitar corpos mas, com a ajuda de Deus, poderemos ressuscitar sonhos”.

Colaboração: Ubirajara de Carvalho (Membro do Apostolado da Oração).

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